terça-feira, 12 de maio de 2026

 Toc toc toc?


Eita, ainda existe...

O que aconteceu nesse tempo todo? Cara, olha quanta poeira...

sábado, 22 de setembro de 2012

Pior que é...

Vi isso no 9gag hoje e não pude deixar de registrar aqui...



Videogames e a guerra de egos

Notei que nunca escrevi aqui sobre videogames. É engraçado, visto que jogar talvez seja a única coisa que nunca deixei de fazer desde que comecei, nos meus longínquos seis anos de idade...
Então resolvi que escreveria sobre isso e me pus a ler sobre o assunto. E que tristeza é ler comentários sobre jogos...
É uma guerra de egos que beira (e ultrapassa) o fanatismo. Porque, obviamente, não basta que minha escolha seja boa: a sua tem que ser ruim, se for diferente da minha. Não sei se era porque eu era criança, mas me parece que na época da guerra NES x Master System e SNES x Mega Drive as desavenças eram mais amistosas...
Não me entendam mal, eu acho muito divertido e saudável que exista disputa entre as principais fabricantes (atualmente Microsoft, Nintendo e Sony). Afinal, sem disputa os avanços seriam muito mais lentos. Mas nada justifica a cegueira religiosa de alguns  fãs. Claro que a internet possibilita a proliferação do pior da humanidade, mas ainda assim fico abismado com tanta ignorância. E ignorância em todos os sentidos: tem gente que fala sobre o que nem tem idéia como se fosse a autoridade suprema do assunto. Boatos são citados como verdades absolutas, se isso for apoiar seu argumento. Fatos são distorcidos sem o menor pudor. Não tem resposta imediata? Xingar é a bola da vez.

Mas enfim, acho que isso não vai mudar tão cedo. E com a nova geração de consoles que se aproxima, a coisa tende a esquentar ainda mais. No fim do ano a Nintendo lança o WiiU. Em 2013 as outras devem anunciar suas novas apostas. Não escondo que sou fã de carteirinha da Nintendo e suas franquias, mas nem por isso deixo de apreciar as outras plataformas. Tenho um Wii e um XBOX e só não tenho o PS3 por não achar necessário a esta altura da atual geração dividir recursos entre o console da Microsoft e o da Sony.

Antes do lançamento do WiiU (em 18 de novembro) quero escrever aqui sobre meu histórico com games, e depois sobre as primeiras impressões da novidade. Pelo menos isso garante dois textos ainda esse ano...

domingo, 9 de setembro de 2012

ERA UMA VEZ, HÁ MUITO TEMPO...

Era uma vez, há muito tempo...


E foi em setembro (num domingo!) de 2009 que eu retomei esse blog, depois de dois anos... Naquela época eu tinha dúvidas se valeria à pena, mas com o tempo acabou se mostrando divertido pra mim. Então hoje nem vou questionar. Novamente passaram dois anos e uns quebrados desde a última postagem, que já não era a única, e novamente venho retomar as atualizações. E, como sempre, sem ter a mínima idéia sobre o que vou escrever.

Mas assim como na última vez que escrevi por aqui, volto a resgatar um texto antigo, que eu já julgava perdido. Ele foi escrito como um scrap para um amigo no Orkut (eu sei que vocês lembram, nem venham fazer essa “face”), lá por 2009. Na época eu achei genial, e mesmo hoje me dou ao luxo de achá-lo muito bom. Segue, erros inclusos como na época (mas os destaques são novos).


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Cara, você realmente é uma pessoa de sorte. Saiba valorizar essa pessoa que tem.
Ler nas entrelinhas é realmente complicado, porque uma parcela ainda
menor de pessoas sabe escrever nas entrelinhas...

Muitas vezes o cara quer dizer uma coisa e, por não saber como falar,
acaba dando a entender algo completamente diferente. Buuum!! Pronto,
ta feita à merda. Leva-se anos para construir o arranha-céu da sua
vida, onde cada pessoa tem o seu lugar e o espaço é bastante para
todos, com área livre ainda para novos inquilinos e basta um
terrorista com um avião para destruí-lo em uma manhã...

Aí você passa a viver em um barraco improvisado, onde a comida e a
água são escassas, as pessoas começam a se irritar por ter de viver
espremidas e começam a debandar. Logo você está sozinho. Talvez teu
cachorro fique.
O gato fica, mas só porque as ruínas do edifício são
um excelente lugar para explorar.
Você olha para essas ruínas, lembra do tempo que levou pra construir e
desanima. Você já não tem a mesma disposição que tinha antigamente.
"Vai ser impossível reconstruir", você pensa. Mas morar naquele
barraco improvisado não dá, né? Então você constrói uma casinha com
sala, cozinha, banheiro e dois quartos (sem nem ter idéia do que fazer
com mais um quarto, o cachorro fica na casinha lá fora). Nem pintar a
casa você pinta, já não vale a pena. Móveis? Pfff, uma cadeira, um
colchão no chão e uma geladeira. Nem fogão, afinal você não sabe
cozinhar.
E acaba se acostumando com essa vida, se acomodando e aceitando que
esses são os fatos da vida.


Talvez o seu mundo acabe por aí. Mas se você não se isolar totalmente
do mundo, talvez um dia venha uma pessoinha bater a sua porta, talvez
seja bonita, talvez não. Talvez esteja vendendo Avon ou um carnê do
baú.
Ou quem sabe é uma enfermeira do programa de saúde do bairro.
Não importa.
O que importa é que talvez seja só mais uma pessoa, mas talvez não.
Talvez seja a pessoa que você vai abrir a porta e dizer "pois não?" e
ela vai responder:

- Bom dia, o senhor teria alguns minutinhos?"
- Desculpe, mas estou ocupado agora...
- Ah, mas vai ser rápido, meu nome é ________ e estou aqui para
mostrar o mais novo lançamento da Avon, o perfume masculino Taqueospa!
Sinta esse cheirinho maravilhoso...
E com essa frase ela lhe coloca no nariz um frasquinho aberto com
cheiro de gambá morto há uns cinco dias dentro de uma fábrica de
enxofre.

- TAQUEOSPARIU!
- Não, o nome é Taqueospa, só. Viu como é bom? Não gostou? Eu tenho outros.

Ela vai entrando em sua casa, você ainda tonto com o "perfume" vai seguindo ela.

- Nossa, essa casa é bem vazia, né? Podia pelo menos ter pintado a parede...
- Moça, eu realmente não quero perfumes.
- Temos loção pós-barba também. Quer ver? Não tem sofá aqui não?
- Err, eu não costumo receber visitas...
- Não? Ah, mas isso não é legal. Bom mesmo é ter milhares de amigos.
Um dia vou construir um arranha-céu pra pôr todos meus amigos!

É nessa hora que você fica em silêncio e sente aquela pontada no peito
que já tinha esquecido como era. A dor é suportável e você a recebe
quase como uma amiga.


- Bem, eu não tenho sofá, mas espera um pouco que eu trago o colchão
pra sala e a gente senta nele.
-Tá. ^^ - (sim, você enxerga um emoticon no sorriso dela)

No quarto você começa a pensar em porque você está fazendo isso. Nem
conhece essa pessoa, é uma vendedora, você não a convidou para entrar
e agora esta aqui, desarrumando a casa para agradá-la. É melhor
mandá-la embora. Sim, é isso que você vai fazer, está decidido, vai
entrar na sala e pedir que se retire. Você ruma para a sala com essa
intenção clara em sua mente. Mas leva o colchão junto...

- Olha, moça, eu... O que você ta fazendo?
- Hihi, olha essa lagartixa, ta paradinha...
- ... tentando caçar a mosca, é eu sei. Tem várias aqui.
- Que legal! Lá em casa não tem. A mãe não gosta.
- Isso é porque as lagartixas são...
- ... Incompreendidas.
Elas não fazem mal, não tem veneno nem força
pra machucar numa mordida. Tudo que elas fazem é...
- ... comer as moscas. São boas pra manter a casa livre delas.

Então você arruma o colchão no chão e se senta com essa pessoa.
Conversam a manhã toda, descobrem coisas em comum e várias vezes
completam a frase do outro.
Perto do meio-dia ela levanta.

-Nossa, tenho que ir. Adorei te conhecer, foi a melhor manhã que tive
nos últimos anos.
- Que tal vir aqui amanhã de tarde, tomar um café, chá, sei lá?
- Tá, eu vou adorar. Eu trago uns biscoitos. Tchau.

Ela te beija no rosto e vai embora. Quando ela some ao longe você
entra em casa, pega algumas ferramentas e vai remover os entulhos
do
arranha-céu.

Tenha um bom sábado ^^
Abraços.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Velharia

 

Não é segredo pra ninguém que eu gosto de escrever. Volta e meia, vasculhando meus arquivos, me deparo com algum texto antigo. Acho legal essas coisas, ler algo que escrevemos há muito tempo e perceber que pensávamos de um jeito diferente. Ou não, perceber que quase nada mudou. O texto abaixo foi escrito em dois mil e cinco, nem lembrava mais de sua existência. Provavelmente se perderia para sempre, então resolvi publicá-lo aqui. Não mudei absolutamente nada, não revisei nem corrigi uma vírgula sequer, o texto está exatamente como foi escrito.

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Sobre o tempo

Nos últimos tempos, muito se tem falado sobre nostalgia, infância nos anos 80, sobre os bons e velhos tempos. Tudo isso sempre me pareceu muito recente até este fim de semana. Com tantas referências espalhadas pelas mais diversas mídias, foi uma simples frase dita por um colunista de um jornal (Moacyr Scliar, na Zero Hora do dia sete de agosto de 2005) que me fez ter a real noção da passagem do tempo. “... Imagem não é nada, dizia uma antiga propaganda...”, esta era a frase. Uma antiga propaganda. Antiga. Eu lembro perfeitamente dessa frase que esteve presente em boa parte da minha infância e adolescência. E agora essa mesma frase que me pareceu ter sido dita ontem em diversas versões da tal propaganda, foi classificada como antiga. Finalmente eu percebo: o tempo passa. E passa em uma velocidade vertiginosa, tanto que nem nos damos conta! O que ontem nos era familiar, hoje descobrimos que aconteceu anos atrás.

Para quem me ouve falando assim pode até parecer que sou um velho rabugento ou mais um neurótico pregador das glórias do passado. Nada mais longe da verdade, o passado deve permanecer nas lembranças e eu não sou velho (ainda). Rabugento até pode ser, mas apenas em raros momentos de estresse represado. Mas o que eu sou ou deixo de ser não muda esse fato: o tempo passa. E o que fazemos do nosso tempo? Como passamos esse tempo que passa? Perguntas simples, respostas nem tanto. Cada um passa seu tempo como melhor lhe parecer e não sou eu que vou julgar o que poderia ser certo ou errado. Uns passam afundados, seja no trabalho, seja nos estudos, seja com amigos ou sozinho. Talvez afundados em festas ou mesmo na vida. Outros passam fugindo. Fugindo da realidade, fugindo das responsabilidades. Uns até fugindo da felicidade, por mais estranho que possa parecer. Tem ainda aqueles que passam o tempo todo em cima do muro, olhando a paisagem, mas sem coragem de fazer parte dela. Claro que estes três exemplos não esgotam todas as possibilidades, sem falar nas possíveis combinações. E quem está certo? Todo mundo e ninguém, como eu já disse, não sou eu quem vai julgar. Você vai. Cada um de nós vai julgar sua própria maneira de passar o tempo. Analise e julgue. Está satisfeito com o modo como tem agido? Perfeito. Não está? Então considere a possibilidade de mudar, antes que o tempo passe todo.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

[Jouleon] Volta ao Lar

Clérigos. Homens e mulheres que devotaram suas vidas a cultuar os deuses. Uma vida de dedicação e privações. Em troca, ajuda divina. Poder. Pequenos ou grandes milagres concedidos pela sua divindade. Talvez seja assim em algum outro mundo. Não em Jouleon. Não mais.
***
- Sabe, Lemur, eu realmente não entendo porque você reza todos os dias. Digo, os deuses nos abandonaram faz mais de mil anos!

O homem vestido com as túnicas marrons que identificam os membros da Ordem abriu os olhos e levantou da posição submissa em que se encontrava. Havia acabado suas orações matinais e recolhia os materiais sagrados. Um pequeno tapete, um galho de oliveira já seco e seu cantil, agora repleto de água abençoada. Ou assim dizia o próprio Lemur. Virou-se para o elfo e respondeu.

- Os deuses não nos abandonaram, Leonard. Nós os abandonamos. Nós despertamos forças que nunca deveriam ser perturbadas. Os deuses se sacrificaram por nós.

- Balela. Vocês, humanos, podem ter abandonado. Os elfos foram abandonados, assim como cada ser vivo de Jouleon. Até os anões foram deixados pelo seu deus, e eles nem estavam lá quando tudo aconteceu!

Enquanto falava, o elfo cuidava de enterrar as últimas brasas da fogueira que os manteve aquecidos durante a noite. Não estavam sendo seguidos, nem mesmo se preocupavam com isso. Mas Jouleon já tem um deserto gigantesco cobrindo todo leste do continente. Não precisa de um incêndio causado pela negligência de dois viajantes.

Já estavam próximos a Nova Artia. Um dia de caminhada, se tanto. A cidade crescia quase no centro da floresta. Seus habitantes gostavam de falar que, na verdade, a floresta é que crescia ao redor da cidade. O que talvez fosse verdade. Quando os elfos chegaram ao local, logo após o êxodo, a grande Floresta das Estações era pouco mais que um bosque. Algumas das primeiras árvores ainda estavam lá, gigantes transformadas por magia e servindo de lar para família real.

- Será que vão me receber bem dessa vez?
- Ah! Não me diga que ainda está magoado! – disse o elfo abrindo os braços, impaciente. – Foram apenas alguns dias de... vigilância, Lemur.
- Vigilância? Eu fiquei um mês trancado em uma gaiola! Pendurado em uma das árvores mais altas! Você tem idéia de quantas vezes seguidas alguém pode desmaiar, acordar e desmaiar de novo?
- Ora, você gosta tanto dos deuses. Isso te deixou mais próximo de Jaevart...
- Muito engraçado...

A trilha seguida pelos dois amigos não era muito clara. Se em alguns pontos ela era quase uma clareira, em outros a vegetação se fechava como se temesse ser invadida pelos demônios das lendas. Por vezes grandes voltas eram necessárias para avançar alguns poucos metros, e nem sempre era uma tarefa fácil retornar a trilha. Obviamente essa dificuldade toda fazia parte da proteção da cidade élfica, apenas quem soubesse o caminho poderia chegar a Nova Artia sem grandes dificuldades. Lemur havia aprendido o caminho. Leonard o conhecia desde muito jovem. O problema era que algo havia mudado. Dois anos depois de trilharem juntos o caminho pela última vez, parecia que a trilha se fechava sem ter um viajante por séculos. Magia, sem dúvida. Nada que os próprios elfos não pudessem fazer, a pergunta era: porquê?

O rosto de Leonard ficava mais sombrio conforme avançavam. Seu humor, sempre pronto para alguma piada, já parecia estar desistindo de se mostrar. Lemur o conhecia bem o suficiente para ter percebido as mudanças sutis quando começaram. Mas agora, tão perto de seu povo, eram claras o bastante para que qualquer estranho as notasse.

- Fique calmo, Leonard. Nós vamos descobrir o que está acontecendo. Você vai ver que, quando encontrarmos a sua família, vamos descobrir que os elfos cansaram dos humanos e resolveram fechar a porta, só isso. – Lemur pousou a mão no ombro do amigo, consolando sem muita convicção em suas palavras.

Estavam em um trecho relativamente fácil, apenas alguns arbustos no caminho. Talvez tenha sido a distração causada pela preocupação, talvez a armadilha estivesse camuflada por magia. Uma rede escondida no chão, fina, mas muito resistente. Envolveu os dois andarilhos e subiu vertiginosamente até parar muitos metros acima. Leonard tentou reagir e sacar sua faca, mas o espaço era apertado demais. O elfo ainda pode ver alguém no solo se aproximando do lugar onde a armadilha tinha sido montada, mas era difícil enxergar.
- Lemur! Tira essa bota fedorenta da minha cara!
Mas o rapaz não respondeu. Havia desmaiado.

domingo, 27 de dezembro de 2009

Eragon

Já fazia algum tempo que eu tinha curiosidade pela “Trilogia da Herança”, formada pelos livros “Eragon”, “Eldest” e “Brsinger”, de autoria de Christopher Paolini. Aproveitando uma promoção acabei comprando os três de uma vez. E, semana passada, acabei de ler o primeiro volume.

Eragon é o nome do personagem principal, um jovem agricultor que não conheceu seus pais e foi criado por tios em um lugar isolado no mundo. Onde já ouvi essa história antes? Bem, Luke... digo, Eragon acaba por encontrar um certo objeto que viria a mudar sua vida. Logo no início do livro ele recebe a ajuda de um velho, que muitos consideram louco pelas histórias que conta, após seus tios serem mortos por soldados do... Império.(!) Sério, tenho certeza que já ouvi essa história...

O livro é recheado de clichês, não só já vistos em Star Wars, como também em Tolkien e quase todas as mesas de RPG de fantasia. Mas isso não torna a história ruim. Pelo contrário, trás um certo ar de familiaridade e faz com que o leitor reconheça imediatamente as emoções envolvidas nas situações. O texto é leve e fácil de ler, mas em certos momentos chega a ser simplório. No que se refere ao estilo, o que mais me incomodou foram os nomes. Fica a impressão, para mim, que alguns ficaram forçados, típicos nomes de personagens de RPG ou gerados por tabelas aleatórias. Fica estranho, mas não chega a por o trabalho a perder.

Quanto a história: é boa. Temos o típico herói que caiu de pára-quedas em uma situação complicada, o mentor que irá ajudá-lo a lidar com essa nova realidade, um povo oprimido que clama por um libertador, intrigas, duelos, exércitos em combates épicos e a chama de uma esperança. Ah, e temos também, é claro, a razão de ser dessa história: dragões! Ou melhor, um dragão. Apesar de estarem presentes como parte fundamental da história, os dragões estão extintos a época em que tudo ocorre, mortos pelo rei usurpador e seus asseclas. E é exatamente o nascimento de um novo dragão que funciona como propulsor da aventura. Acho que essa é a parte mais original de todo o livro, o autor consegue explorar bem o desenvolvimento de um dragão nascido em um mundo sem iguais e o seu relacionamento com o humano Eragon. É quase impossível não sorrir quando o dragão responde ironicamente pela primeira vez ou dá uma primeira demonstração de ciúmes.

Colocando na balança, Eragon traz um texto de fácil leitura, envolvente na maior parte do tempo, mas com alguns (poucos) pontos baixos. Talvez não vá para o topo da lista, mas com certeza é um livro que eu recomendo para quem gosta do estilo.